segunda-feira, 31 de março de 2014

Ainda da Carolina Patrocínio

Aqui está ela, em forma, uns dias após ter dado à luz.
 
Quem não queria sair assim da maternidade? De calças de ganga e blusinha transparente? Eu saí de saia larga e t-shirt XL e sentia-me apertada...

Do facebook da própria

Do Facebook

Um amigo posta uma foto dele à porta duma loja da Levis, com um saco de compras na mão e diz "shopping".
 
Este amigo está emigrado, porque cá fazia pouco, mas ganhava quase nada. Agora gosta de mostrar o estatuto de emigrante, de pessoa que compra coisas que não comprava, mas que sente necessidade de mostrar que pode.
Sei que ele está orgulhoso pela conquista, apenas acho que se tenta conquistar muito pouco...

Hora de...

Arrumar a secretária.
 
Está uma confusão (que eu percebo perfeitamente), mas amanhã tenho cá gente importante e isto tem que ter bom ar.

Porra p'ra falta de ar!

Tenho o nariz entupido, graças às bruscas variações do tempo e à minha rica sinusite. Resultado: não consigo respirar como deve ser.
 
Ando aqui ofegante, como se tivesse corrido 5 km em 15 minutos, e sinto que o ar que me chega não é suficiente. Estou cansada, sinto-me aflita.
Vou dando umas golfadas de ar pela boca para aliviar a coisa, mas isto não está fácil.
Vamos lá ver se não caio para o lado...

12 Semanas!!!

Chegaram as, tão aguardadas, 12 semanas!
 
Amanhã tenho consulta para fazer o rastreio do primeiro trimestre e, se estiver tudo bem com o baby nº 2, já podemos dar o alerta. Ou seja, publicamos no Facebook uma foto que já está preparada e toda a gente fica a saber de uma só vez. A família próxima e alguns amigos já sabem, por isso só falta o "resto do mundo"...
Do Afonso publicámos a Eco das 12 semanas, desta vez vai ser uma foto do Afonso agarrado à minha barriga. Depois mostro.
 
Esperamos reações de todos os tipos, mas muitos "outro?", "já?" ou "corajosos..." são o mais esperado.
 
Tenho tido umas dorzinhas na barriga desde a semana passada, mas o médico diz que é o útero a aumentar.
Os enjoos continuam, mas dependem do que como, as dores de cabeça voltaram com o mau tempo, e fico sem força e a tremer se estou muito tempo sem comer ou se sinto fome durante um bocadinho.

domingo, 30 de março de 2014

11 semanas e 5 dias




sexta-feira, 28 de março de 2014

Fui e vim

A 3 potenciais clientes, entreguei amostras, preçários e alguma conversa.
 
Vendi o que sei vender melhor, a qualidade.
 
Agora é esperar pelo crescimento daquilo que semeei.
 
Felizmente, é SEXTA-FEIRA!!!

quinta-feira, 27 de março de 2014

A pensar no baby nº2

O meu pai vai fazer o berço para o bebé, pois o que usei para o Afonso era da minha irmã e ela vai ter um bebé exatamente na mesma altura que eu. Já tenho fotos, medidas e o colchão em vista.
 
A minha mãe, com a minha ajuda, vai fazer a almofada de amamentação e o sling. Não terei os mesmo que usei no Afonso pela mesma razão do berço. Já tenho os moldes e a vontade de costurar.
Estou só à espera que passe mais um bocadinho para passar a zona de risco (1º trimestre) e saber o sexo para escolher os tecidos para avançar com estes projetos.
 
Gosto de coisas personalizadas e feitas com amor. Quem melhor que a mãe e os avós?

Humor de cão

É como eu estou hoje.
Estou chateada, sem paciência para gente parva e sem disposição para brincadeiras.
 
Esperemos que isto melhore ao longo do dia, mas não está fácil.

Em depressão

Ontem e hoje a Diva está em Portugal.
Ontem estive em stress, hoje estou em depressão.
 
Da última vez que a Beyoncé atuou em Portugal eu jurei que nunca mais ficava de fora. E fiquei.
 
Fui ver o Michael Bublé em Fevereiro e já sabia que não poderia ir ver a Beyoncé. O concerto foi muito bom e caro e não se pode ter tudo.
Isso eu sei racionalmente, mas quem é que acalma o coração de uma fã, ainda por cima com as hormonas aos saltos e as lágrimas à beira dos olhos? É claro já me correram pela cara abaixo quando vi as imagens do concerto de ontem. Senti-me uma adolescente perante o Justin Bieber...
 
É muito estúpido, mas ainda tenho esperança de ir hoje... Mas sei que não vou.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Novidades 11 semanas - eco

Afinal tenho mais 2 dias! Voltamos a mudar as semanas...
 
Não deu para fazer o rastreio bioquímico, pois o GO diz que só se deve fazer a partir das 11semanas e 6 dias e, além disso, o rapelho não parava quieto.
 
O médico perguntou-me se tinha comido algum doce. Comi um pastelinho de nata antes de ir para o hospital. Saltava, virava-se, um mimo.
Tão mimoso que não conseguimos quase medição nenhuma...
 
Perece estar tudo em ordem, mas não deu para adiantar nada de muito importante. Ainda é muito pequenino e parecia... um MENINO!!! O médico disse logo que era muito cedo para ter a certeza e que podia ser o cordão, mas que tinha ali qualquer coisinha entre as pernas...
 
Para a semana (3ª feira) volto ao hospital para fazer o rastreio, pois já terei 12s1d. Prometi ao médico que não comia pastel de nata...

Parece de propósito

A caminho do hospital, onde estou à espera de ser chamada para fazer a eco, encontrei uma grávida a fumar...
Lembrei-me da Carolina Patricínio e de como as pessoas a criticam por cuidar do corpo e da saúde e há por aí tanta gente a maltratar um ser indefeso sem preocupações.
Lembrei de, quando estive de férias em Cabo Verde e estava a tentar engravidar (sem sucesso), ver uma grávida a emborcar cerveja como gente grande e de ter uma vontade enorme de lhe dar um chapadão nas trombas.

Como é que uma mulher pensa primeiro no seu conforto e vontade do que na saúde e bem-estar do ser que cresce dentro de si?

terça-feira, 25 de março de 2014

Ainda da Carolina Patrocínio

Esta foto, como muitas outras que ela vai postando no Facebook, despoletou uma onda de ódios de estimação. Comentários como "És nojenta", "Horrível", "Não devias puder ser mãe", entre muitas outras barbaridades do género.
 
Mas está tudo louco?
A rapariga está grávida de 9 meses, tem uma barriga adequada ao tamanho e estrutura do corpo que tem. Daqui a 2/3 semanas, assim que deitar fora os líquidos todos que para ali vão, vai ficar como era na primeira foto e como sempre foi. Tem um corpo muito trabalhado e nunca escondeu que adora ginásio.
 
Seria mais normal vê-la com um cigarro na boca ou um copo de imperial na mão?

Cada uma tem o que merece

E para o que trabalha.

Eu nunca vou ser assim, mas acho graça a quem é e faz por o ser.

(do facebook da Carolina Patrocínio)

Está a ser um dia...

De MERDA!!!
 
Spreads altos, fornecedores estúpidos, contas a negativo, clientes devedores. Uma merda.
 
Ainda assim, bom dia.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Sintomas 10 semanas

A fome acalmou, os enjoos também, o sono conturbado mantém-se, estou maior, sinto-me gorda.
 
Apesar de ter o peso que tinha em Janeiro (60kg), estou mais gorda. Engordei 2kg, mais ou menos o mesmo que na primeira gravidez por esta altura, mas agora já levava 2 de avanço. Isto vai ser lindo. Vai, vai...

Procura-se casa

Vivo num T3 alugado, em que a única (mas grande) desvantagem é ser um 3º andar sem elevador. Se me deixa com umas pernas mais firmes (not), também me deixa de língua de fora quando chego lá acima. Com um filho pequeno já era difícil, com uma barriga e depois com 2 filhos pequenos vai ser uma comédia (dramática).
 
Já ando à procura de casa desde que decidimos ter outro filho, mas não encontramos nenhuma casa melhor que a que estamos pelo mesmo preço, nem há casas para vender na minha cidade a um preço acessível. Há dezenas de casas novas fechadas, mas pedem uma imensidão de dinheiro por elas.
 
Agora temos outro motivo. Recebemos uma ordem de penhora de créditos sobre a renda, uma vez que o senhorio deve 1500€ ao condomínio.
Ora, não há muito que saber, pagamos ao agente de execução em vez de pagarmos ao senhorio. Isto seria fácil, não fosse o senhorio recusar que deve aquele montante e querer impedir-nos de pagar o que deve.
 
Resultado: estamos no meio da barricada e vamos ser atingidos de qualquer forma. Por um lado temos mesmo que pagar ao agente de execução, sob pena de faltarmos perante a lei e termos que pagar 2 vezes, por outro lado temos um senhorio que nos vai fazer a vida negra caso não receba a renda todos os meses.
 
Vamos, então, intensificar a procura por casas. Não será fácil, mas não vejo alternativa.

Bom dia!

Esta semana vou ver o meu baby mais novo e com o coração nas mãos.
Quem disse que o segundo era mais tranquilo e sem tantos sobressaltos? Não é. Continuo com os mesmos medos e as mesmas incertezas. A cada ecografia fico nervosa e os dias que a antecedem são preenchidos de muitos pensamentos negativos e estúpidos.
 
Hoje tenho consulta com a enfermeira e deverei ouvir o coração, mas ainda não sei se vou porque teria que sair do trabalho à hora do almoço e esta semana tenho uma funcionária de férias. Vamos ver.
 
A semana vai ser de algumas chatices (como todas), mas estou aqui para a luta.
 
Quarta-feira, depois da consulta, vou almoçar ao chinês/japonês. O Sushi, infelizmente, vai ficar de fora da ementa, mas vou alambanzar em comidinha chinesa. Tenho andado a aguentar o desejo e combinei com o marido que o matava depois da consulta. Está quase. IUPI!!!

sexta-feira, 21 de março de 2014

É sexta-feira e quase sábado

Amanhã é dia de visitar pais e sogros.
Almoço em casa dos pais, jantar fora para comemorar o 50º aniversário da sogra.
 
Hoje é dia de ir comprar o presente da sogra, que é SEMPRE roupa. E o S. Ai de mim se lhe oferecesse um M. Estaria a chamá-la de gorda...
Veste-se como se tivesse 20 anos e é toda elegante.
Ontem chorou ao perceber que já tem 50 anos.
Até a percebo, 50 já devem pesar bastante. Ainda para mais para quem lida mal com o envelhecimento.
 
Vai ser uma oportunidade para me embonecar um bocadinho, que a vida social anda em baixo.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Sabes que a maternidade te levou a melhor

Quando começas a ouvir uns sons no computador, por baixo da música que te acompanha no dia de trabalho, e não sabes de onde vem.
De repente ouves "Pato... Heli..." e percebes que é a janela aberta com o Pocoyo que o teu filho viu esta manhã enquanto comeu a papa.
 
Sorris e deixas estar aberta, com os bonecos no pause. À tarde ele vai ver outra vez...

Um palmier para gente crescida!

Formato Xxxl

Roupa de grávida

Na primeira gravidez sentia-me uma máquina de lavar loiça. Engordei muito, passei o Inverno grávida e a roupa era sempre a mesma, sem gracinha nenhuma. Não queria gastar muito dinheiro em roupa de grávida que depois ficasse guardada por tempo indeterminado. Alternava entre 2/3 calças de ganga, umas quantas camisolas de malhinha e pronto. Ainda vesti alguns vestidos, mas começaram a ficar muito curtos com o tamanho da barriga.
 
(o mesmo vestido em 3 fases diferentes - não grávida, grávida de 25 semanas, grávida de 30 e tal semanas) 
 
 
Agora vai ter que ser diferente. Vou passar o Verão grávida e não vou conseguir usar calças de ganga (com certeza) nem coisas muito apertadas. Acho que as leggings vão ser as minhas melhores amigas e não tenho medo de comprar t-shirts e camisas compridas, pois vestem-se em qualquer altura.
Acho que também vou usar calças de tecido leve, largas e confortáveis.
Saias e vestidos, só compridos e fora do trabalho. Não tenho nem nunca tive pernas para saias, pois, apesar de não ser gorda, tenho umas pernas grossas e muito feias. No máximo visto saias pelos joelhos ou com collants opacos (no Inverno, claro).

O melhor do meu dia

Ontem foi dia do pai, mas o Afonso transformou-o em dia da mãe.
Fez-me festinhas, agarrou-me as bochechas e deu-me muito beijinhos. Sem eu pedir. Sorriu muito para mim e fez-me olhinhos a toda a hora. Abraçou-me e adormeceu a passar a mão gordinha e quentinha na minha cara.
Ele dormiu com um sorriso e eu fiquei derretida.
 
Ainda houve tempo para uns beijinhos no mano e umas cocegas.
 
Foi um fim de dia muito bom.

quarta-feira, 19 de março de 2014

TV

Estou aqui a tentar encontrar uma forma de ir mostrar os meus produtos à TV.
A mexer os (poucos) cordelinhos que tenho.

Feliz Dia do Pai

O meu pai sempre foi desligado, sem grandes afetos, sem colo, sem mimos. É o meu pai, mas sempre senti a falta de um verdadeiro pai.
Quando lhe ligo a desejar um bom dia do pai, diz-me sempre que a minha irmã mais velha já lhe ligou. Eu riu-me. Estou habituada à frieza e não espero nada dele. Quando me liga não é para saber se estou bem, é por algum motivo que o levou meeeesmo a ligar. Dá-me os parabéns no meu aniversário porque a minha mãe o avisa. Quando soube eu estava grávida, das duas vezes, não me deu os parabéns, disse "deixa lá ver quando nascer".
Eu sei que ele me ama como pai, mas nunca o foi verdadeiramente. Eu hoje vivo bem com isso. Habituei-me. Mas sempre desejei dar aos meus filhos um Pai. E dei.
 
O meu marido tem um paizão, daqueles que se preocupa, que liga todos os dias, que cuidava dele em pequeno e dava colo. Talvez por isso ele tenha aprendido o que significa ser pai. E é o melhor do mundo. Disso não tenho dúvidas.
 
O Afonso adora-o, vê nele um amigo, um companheiro de brincadeiras e um porto seguro. O pai dá colo, muda fraldas sem precisar de pedir, dá o banho todos os dias, levanta-se quando ele chora à noite, arruma a mochila para a escola todas as manhãs, dá sopas, papas e chocolate, dá batatas fritas às escondidas e às claras. 
 
Agora, com a gravidez, agarrou-se ao Afonso com unhas e dentes, como se tivesse medo de o perder por vir outro a caminho. Como se quisesse dizer-lhe que ele seria sempre o seu menino, esquecendo-se que o segundo filho nunca iria substituir o primeiro.
Passadas 10 semanas já sabe que vai ter mais um companheiro/a para a vida e que o filhos vão ser mais felizes juntos do que o Afonso alguma vez seria sozinho.
Sei que o meu marido vai ser ainda melhor pai quando forem os dois, que vai encher o peito de amor e orgulho por ter dois filhos e lhes dar os melhores mimos do mundo.
 
O meu marido é o pai que eu não tive, mas que dei aos meus filhos. E isso basta-me.
Isso e ter aceitado que tenho um pai que nunca me vai dar mimo, mas que gosta de mim.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Boa semana

A semana acabou mal, com a verificação de como o nosso produto está a ser "mal tratado" em alguns clientes e como isso nos prejudica. As contas também andam pela rua da amargura, que os clientes estão todos a atrasar um pouco (1 ou 2 semanas) e isso dá-nos cado da tesouraria por completo. Receber é difícil, pagar é urgente, sempre. Enfim, faz-se o que se pode.
Esta semana ando na luta por novos clientes e já tenho uma reunião muuuuito importante marcada para o princípio de Abril.
 
Passámos o fim de semana a tentar aproveitar o bom tempo para aliviar a alma e dar muitos mimos ao Afonso.
 
Cada vez temos um filho mais crescido, que já "conversa" connosco e que faz uma companhia muito engraçada. Fala uma língua estranha, mas nós percebemo-lo quase sempre e ele fica todo contente.
Já não conseguimos ir tomar um café sem termos que andar a correr atrás dele, ir às compras é um filme cómico, adora jogar à bola e diz "nã, nã" com o dedo apontado em negação e o sobrolho franzido sempre que alguma coisa não lhe agrada.
 
Esta noite caiu da cama. Eu ponho sempre um colchãozinho ao lado da cama para o caso de ele cair, mas nunca tinha feito falta, até hoje. Tinha pensado em não o pôr...
O marido foi dar com ele a chorar sentado no colchão. Assim que o voltou a deitar, adormeceu.
 
Amo-os tanto! Vai ser tão bom ter mais um para amar.

quinta-feira, 13 de março de 2014

De lágrimas (sempre) nos olhos

Vejo uma imagem bonita e choro.
Leio um relato de alguém que sofre e choro.
Ouço uma história de amor e choro.
Leio um pedido de ajuda e choro.
Leio um desabafo sentido e choro.
Ouço uma música que gosto e choro.
Vejo uma despedida ou um reencontro e choro.

Sempre fui uma sentimentalona. Sou daquelas pessoas que sente tudo (bom e mau) e lhe saiem os sentimentos pelos olhos. Choro quando sinto o peito a rebentar de emoção. Há uma onda que me percorre o corpo e sai em forna de lágrimas.

Agora juntem um punhado de hormonas de grávida e têm um resultado molhado, muito molhado...

Hoje estou farta.
Já chorei de nervos, de irritação, de impotência. Há dias assim.
Já discuti com fornecedores e clientes, já fui simpática, já fiz contas, já desisti de as fazer.
 
Amanhã vou visitar vários clientes para ver se as coisas melhoram.
Farta disto hoje!

Bom dia

Hoje ando à luta por pagamentos, com o coração apertado e a barriga às voltas enquanto não consigo em quantidade suficiente...

quarta-feira, 12 de março de 2014

Comi um bollycao mas apetece-me uma empada.
 
Comi uma de manhã mas estava seca. Acho que tenho que comer outra daqui a bocado, quando o marido for à padaria (são as melhores).

Um pedido

"Há cerca de um ano atrás, uma menina da comunidade de Seringkop foi picada por uma aranha. Por ser ter tratado apenas de um pequeno inchaço na perna e as mordidelas de aranhas serem frequentes, o caso não pareceu alarmante a ninguém na comunidade. Até há dois dias atrás, quando começam a sair aranhas pequeninas do corpo da menina. Desculpem-me o pormenor, meus amigos, mas não tenho outro modo mais leve de pôr estes factos…Sim…a aranha que picou inicialmente a menina pôs ovos dentro do corpo dela e agora as “crias” estão a nascer. Estamos todos horrorizados!!!!!
Enviamos a menina de urgência para Outjo (cidade mais perto) para ser vista por um medico privado que, entretanto a enviou para um raio x de urgência. O medico diz que a menina já sofre de uma infeção crónica nos ossos, provocada pelas aranhas e que a cirurgia é inevitável assim como um tratamento intensivo. O raio x apenas ajudará a perceber qual a real dimensão dos ossos já afetados, sendo de recear que a coluna vertebral já tenha sido atingida…"
 
A SAN FOUNDATION apoia as comunidades San, povo mais conhecido como "Bushmen", na Namíbia.
Este povo, oprimido ao longo de centenas de anos, viu comprometido o seu desenvolvimento e, como tal, vive hoje uma realidade onde a extrema pobreza reina.
A SAN FOUNDATION nasceu da vontade de duas pessoas, o Rolf Ackermann e a Natália de Almeida, em ajudar os "Bushmen" a levantarem-se do seu passado sofrido e a caminhar na direção de um futuro risonho que tanto merecem. Fornecer um apoio prático, eficiente e sustentável é o nosso principal objetivo.
 
Natália de Almeida trocou a sua vida comum em Portugal por uma vida de voluntária na Namíbia.
 
Para quem puder ajudar, aqui podem saber como.

O entaladinho

Que é como quem diz: Quarta-feira.
 
Costuma ser um dia de loucos, hoje está a ser um dia muito calmo. Está tudo orientado e tivemos uma encomenda a menos, que nos ocupa parte deste dia.
 
Até sabe bem.
 
Bom dia.

terça-feira, 11 de março de 2014

Também é sobre amor. E luta.

Investimos nuns clientes e desinvestimos noutros. 
Marcamos reuniões, mandamos e-mails, preçários, amostras, fazemos promoções e recebemos sempre um feedback muito positivo.

Somos pequenos, mas estamos a crescer. Temos tomates para aguentar as pancadas, os tombos, e seguir. O caminho tem sido duro, irregular, desesperante, desmotivador, mas tão amadurecedor. 

Hoje sou empresária, no verdadeiro sentido da palavra. Hoje sei negociar, sei o que quero, o que preciso e para onde devo ir. Sei procurar em vez de esperar que aconteça. Sei que faço o meu trabalho como ninguém faria. Sei que tenho sempre a conta na lona, mas que tenho milhares de euros a rodar todos os dias. Sei que aumentei de 200.000€ para 350.000€ de faturação por ano, num ano em que fui mãe e em que a minha vida mudou e em que me tornei mesmo empresária. 
Sei que o eu somos dois, eu e o meu marido. Que somos os melhores sócios que podem existir, que nos combinamos, ele trabalha sem olhar à dor física e eu à dor psicológica. Eu sou o cérebro, ele é o corpo. 

Criar uma empresa é vivê-la. Amá-la, respeitá-la, lutar por ela todos os dias e rodeá-la de pessoas que a amem. 

A luta nunca acabará. Mas lutadora é o meu nome do meio.

Não escondo mais!

Está um dia lindo e quente e eu ando de casacão!
Estou farta de andar escondida por baixo das roupas. De agora em diante vou vestir o que me apetecer e me fizer sentir confortável. Se alguém notar a minha (saliente) barriga, paciência. Se me perguntarem, não vou mentir. Não tenho que esconder uma coisa tão bonita e feliz como a gravidez. Não vou espalhar a notícia porque quero ter a segurança do primeiro trimestre passado sem problemas, mas sinto-me oprimida (e quente) com esta situação. 

Estou a pensar se conto já aos meus funcionários ou não. O problema está numa delas, que tem muitas ligações que não me agradam, mas não sei se vou aguentar mais tempo.

Sintomas - quase 9 semanas


  • Cansaço - apodera-se de mim ao final do dia e não dou conta dele;
  • Insónias - quando posso, finalmente, dormir não consigo;
  • Sonhos estranhos - esta noite sonhei que estava num bordel e ia iniciar a função de prostituta... É claro que estava aflitíssima e com um sono agitado;
  • Diarreia - na primeira gravidez também tive. Apesar das bananas que tenho comido;
  • Dores musculares e cãibras - Ando com espirros e fico com cãibras na barriga a cada um. Estou a tomar o Magnesium B há uma semana e a comer bananas todos os dias (fruta que nunca como), mas continuo na mesma;
  • Enjoos - A toda a hora;
  • Fome - Como quase de hora a hora.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Da amamentação

Amamentar foi uma das melhores experiências que tive na vida. 
É um tema polémico, quando devia ser um tema simples, sem complexos. Ou se amamenta e se gosta, ou não se amamenta. Ponto final. Pode não se começar, pode-se desistir na primeira mamada, na primeira semana, no primeiro mês, no quarto. Porque não se gosta de dar a mama, porque se sente vergonha e falta de à vontade, porque ocupa muito tempo, porque o bebé dorme melhor com o biberão, porque se quer partilhar com o pai, porque não se sabe o que fazer a tanto choro e não se percebe se o problema está no leite, porque  mãe/tia/avó/amiga/marido nos enchem a cabeça com a ideia que o biberão é melhor. Seja por o que for. 
Falta informação. 
Salvo raras excepções, amamentar com sucesso é possível. Existem 1001 conselheira de amamentação disponíveis 24h por dia para ajudar, até vão a casa e ficam realmente satisfeitas de ajudar. Mas é preciso pedir ajuda quando se quer amamentar. E em tempo útil. O bebé precisa do alimento a toda a hora e não há tempo para esperas, para indecisões. 
Durante a gravidez fazem-se cursos de preparação para o parto, lê-se tudo o que há para ler sobre banhos, fraldas, sonos tranquilos, massagens, cólicas. Mas lê-se pouco sobre amamentação. Pensa-se que é natural e intuitivo, mas pode não ser. Pensa-se que, se puder, amamento. E o "se puder" vem carregado de mitos, de má informação, de histórias das nossas mães e avós que nos tiveram no tempo em que o leite artificial apareceu e mudou a forma de se alimentar bebés.
Eu não mamei, nem as minhas duas irmãs. Porque chorávamos. Ao primeiro biberão adormecemos, de barriguinha cheia. Hoje a minha mãe diz "no nosso tempo não sabíamos como fazer e o leite era oferecido".
Hoje sabemos, se quisermos saber. Se procurarmos a informação correcta, que está ao alcance de todas, mas que não vem das pessoas que nos rodeiam. 

Nenhuma mulher se deve sentir obrigada a dar mama, nem culpada por não o fazer, mas deve ter a oportunidade de o fazer. Se quiser.

Apetites vs enjoos

Ando com apetites loucos por salgados, coisas com sabor forte. Empadas de galinha, patês, petiscos, carnes bem temperadas, folhados mistos... No sábado jantei gambas à alijo, salada mista com muitas delícias do mar, patê de atum e delícias, muitas tostinhas e sumo de laranja natural (tudo feito por mim e pelo marido, devidamente desinfectado e bem cozinhado). Fui uma mulher feliz.

O mais estranho é que ando enjoada de doces. Estranhíssimo para uma gulosa e chocolato-dependente como eu. 

Ainda será muito cedo para almoçar? As almôndegas à bolonhesa com esparguete que tenho ali na marmita estão aos gritos por mim. Ai, que fome! 

Estou tão prendada

Ontem fiz Areias para o lanche. 
Muitas pensam "Grande coisa...", mas foi. Gosto muito de cozinhar, mas não faço bolos nem nada dessas coisas. Sai-me sempre mal. Ontem tinha vontade de umas bolachinhas caseiras e aventurei-me.
Não tenho balança, foi tudo a olho, mas ficaram muito boas. 

Gostei da experiência e tenho vontade de inventar (ou seguir receitas simples) mais e mais bolachinhas. 

Tenho é que apagar o formo 2 minutos mais cedo...

sexta-feira, 7 de março de 2014

Apetites

Anda maluca com salgados. Só me apetecem coisas com sabores fortes e salgadas.
Neste momento comia uns croquetes ou uma empadas. Comia qualquer coisa. Tenho fome.

Amizade que deixa saudades nas pequenas coisas


"Hoje, como muitas outras vezes, sentei-me ao Sol a comer uma laranja e lembrei-me de ti. 
Por muitos anos que passem, o Sol e as laranjas fazem-me lembrar das horas de almoço passadas de pernas esticadas, com conversas simples e outras nem tanto, da cumplicidade e amizade que nasceu e cresceu com o sabor doce e as mãos pegajosas de sumo de laranja."

Foi a mensagem que enviei a uma amiga que está longe e que não vejo há 3 anos.

Coisas que não gosto

Estar um sol lindo e um dia quente lá fora 
e eu estar ao aquecedor cá dentro. 

Coisas que gosto

De ajudar.

Hoje ajudei uma pessoa que me tem ajudado muito e que não pesca nada de novas tecnologias. Eu ajudei-o a enviar um mail e a explicar-lhe o que queria dizer uma carta das finanças. Não foi nada de especial, mas dá-me mesmo prazer quando ele agradece puder dizer, honestamente, "de nada, quando precisar disponha." Eu sei que ele vai dispor e fico feliz por ajudar.

Eco marcada

Afinal tenho consulta marcada no hospital para dia 26 de Março, em vez de 3 a 10 de Abril, conforme recomendou o GO, pois era o momento certo para fazer a translucência da nuca e o rastreio bioquímico. 

Falei com o médico (que ainda não foi embora para as Áfricas) e disse-me para ir, que o GO que me vai atender (que é o que o fica a substituir) vai ver que não dá para ser naquela data e vai remarcar a consulta. Assim faço 2 ecos em pouco tempo e sem pagar. YEAH! Mas é melhor ir, para não ter problemas para trocar as datas. 

Como é que eu vou passar sem o conselho sábio do meu rico médico?

quinta-feira, 6 de março de 2014

Coisas que gosto

Comer uma laranja sumarenta ao sol.

Como vitamina C e produzo vitamina D.

Férias

Estão marcadas!
De 21 a 28 de Junho estou lá mesmo a sul, numa casinha à beira-mar plantada (quase), de havaiana no pé (também não me deve servir mais nada...), filho e marido de calções, muito cheirinho a protector solar e a sal, calor, gelados, caracóis, boa vida. 
A casa está marcada e 50% paga. E eu comecei a contagem decrescente. 

Este ano não há operação bikini por aqui, mas vamos tentar que o dito cujo ainda sirva nessa altura...

Odisseia de uma grávida que "descobre" algo inesperado...

Ontem foi dia de ir buscar as análises, mas como tenho um amigo que trabalha lá na parte do sangue, no Hospital, pedi-lhe que mas trouxesse. A mulher dele, a minha amiga que é enfermeira parteira, ligou-me a dizer que as tinha na mão. Pedi-lhe que desse uma olhadela. Quando ela me diz "olha, temos o mesmo tipo sanguíneo!" e eu "A+..." e ela "não, 0-".

Toda a vida soube que sou A+. Tenho um cartãozinho de quando nasci com o tipo sanguíneo, pois a minha mãe é 0-. Teve que levar a vacina que minimiza a reacção entres os sangues da mãe e do bebé durante a gravidez e após o parto. Foi assim nas 3 filhas, porque o meu pai é AB+, logo, nada compatível com a minha mãe no que toca a sangue. Somos todas A+. Ou pensávamos que éramos. 

Fui buscar as análises e falei com os meus amigos que me explicaram que havia muita gente mal grupada (grupo sanguíneo), porque antigamente a forma de analisar era diferente e dava muitos erros. 
O problema era só um: eu estou na segunda gravidez e nunca levei a vacina. Comecei a panicar! Não fiquei minimamente preocupada com o facto de o meu pai NUNCA puder ser AB+, pois a minha mãe é 0- e eu 0-. O meu pai teria que ser A ou B, nunca AB. Mas a minha paternidade é mais que certa, que tenho muito do lado do meu pai e nem me chateei com isso. Se o meu estava mal, o dele também poderia estar.

Mas e o bebé?
O meu marido é dador de sangue, por isso tem a grupagem registada em cada dádiva. O meu amigo ligou para o hospital e é 0+. Portanto, o Afonso pode ser + e eu posso estar carregada de anticorpos que vão combater o bebé que cresce dentro de mim. Como o Afonso não teve nenhum problema nem na gravidez, nem no nascimento, com ele não havia problema. Mas e o bebé?
Restava-me fazer uma análise específica que me diria se tinha ou não anticorpos vindos da primeira gravidez. Caso não tivesse podia descansar, caso tivesse teria que ficar alerta, pois todos os problemas que tivesse na gravidez ou no parto (comigo e com o bebé), poderiam vir desta incompatibilidade. Fiz a análise de imediato e passado uma hora recebo um telefonema. 

"Ana, podes descansar, és A+!"
O sangue que foi analisado não era meu, mas tinha o meu nome e foi parar à parte dos transplantes por engano, uma vez que essa análise nem tinha sido pedida. Agora tenho a certeza que sou A+.

Tudo isto durou algumas horas, com direito a muitos nervos, muuuuitas entradas e saídas de casa (com os 3 andares de escadas incluídos), a falar com a minha mãe e deixá-la confusa e com a minha irmã que está grávida e deixá-la preocupada por, também ela, puder ser - e ter a gravidez em risco. De qualquer forma vai fazer a grupagem para confirmar que é +. 

Conselho a todas as grávidas e mulheres que querem engravidar:
Peçam para o médico passar a requisição para esta análise. 
Os médicos raramente pedem a grupagem. É uma questão fundamental na gravidez, muito mais importante que muito factores que são analisados, mas que é descurado, pois assume-se que toda a gente sabe, com certeza, o tipo sanguíneo a que pertence. 

quarta-feira, 5 de março de 2014

Abram alas para o "Na"

Que é como o Afonso chama ao Noddy. 

Ontem, para o animarmos, uma vez que sofreu um bocadinho com a cabeçada monumental que deu na parede, oferecemos-lhe a estação do Noddy, com peças tipo Lego e o Noddy, o Sr. Lei e a Ursa Teresa. 
Adorou a surpresa e não largou mais os bonecos. Foram ao banho, foram para a cama (tive que lhos tirar com ele já a dormir) e hoje foram para a creche. Quando chegou foi mostrá-los à educadora, um a um, cheio de orgulho, depois pegou neles e foi brincar...

8 Semanas

Pelas contas já seriam 9, mas estou apenas de 8 semanas, feitas hoje.

Esta gravidez tem sido um pouco diferente da primeira, principalmente porque tenho tido os sintomas mais intensos. Mais enjoos, mais cansaço, mais tonturas, mas caimbras na barriga (já iniciei o Magnésio). São sintomas repetidos, mas parece-me (que já lá vão 2 anos e a memória também se foi com a gravidez...) que estão mais fortes desta vez.
Tenho uma barriga muito grande para o tempo de gestação, mas acredito que seja mesmo por ser a segunda. Não dá para esconder, a não ser com um casaco de Inverno largo.
Com o calor que se avizinha, sem casacos, acredito que toda a gente vá topar logo a barriga. Queria chegar Às 12 semanas antes que fosse "público", mas vai ser difícil. 

Não contei a mais ninguém, nem aos meus funcionários, que é quem está comigo todos os dias, mas de quem eu escondo a barriga. Ora estou de casacão, ora já tenho a bata vestida com um casaco polar por baixo, para disfarçar a barriga. Só uma das funcionárias me incomoda que saiba, pois já trabalhava comigo na altura da gravidez do Afonso e eu contei-lhe num dia, no dia seguinte já toda a gente sabia, incluindo pessoas que eu não queria mesmo que soubessem. 

O que interessa é que está tudo a correr bem e nós estamos muito felizes. O Afonso faz coceguinhas no mano, festinhas, dá abraços e ri-se para "ele". É tão engraçado...

terça-feira, 4 de março de 2014

Férias

Estão no meu pensamento todo o dia, todos os dias.

Tive uma semana de férias em Junho, esteve frio a maior parte da semana e trabalhei por telefone o tempo todo. Foram umas férias muito fracas e souberam a quase nada.

Desde aí estamos a suspirar por férias, mas falta o mais importante: tempo e dinheiro!

Gostávamos de ir para um destino tropical com tudo incluído, como fizemos outras vezes, mas não temos dinheiro para isso. 

Resta-nos sonhar com uma semana de férias no Algarve, em frente ao mar, sem ter que andar de carro. Comidinha (quase) sempre feita em casa para não gastarmos muito. O dinheiro chega para isso (já não é mau), mas o tempo é difícil de arranjar. 
Somos o motor da empresa (eu e o marido) e não temos ninguém de confiança para nos substituir. A minha irmã e o marido são nossos sócios e foram eles que vieram para cá no ano passado, mas teriam que tirar férias do trabalho deles para nós termos férias e não dominam o negócio, porque nunca estão cá.

Pensei num meio-termo. Eles vinham 3 dias (2ª, 3ª e 4ª), que são os dias mais complicados, trabalhavam no duro, deixavam tudo orientado e voltavam para a vidinha deles. Os nossos funcionários asseguravam o resto da semana. Ainda não fiz a proposta aos sócios e, confesso, estou com medo da reacção deles. 

Nós não somos escravos, mas parecemos condenados a trabalhar sem descanso...
Ontem cheguei à creche e tinha um filho ao colo da educadora a soluçar. Pensei que tinha feito uma birra daquelas e que estava a acalmar-se. Um colega fazia-lhe festinhas e ele soluçava. Quando o vi de frente desfiz-me. Tinha uma ferida na testa, com um galo do tamanho de uma batata. Peguei-o ao colo e dei-lhe a chucha que tinha no bolso. Dei-lhe beijinhos e ouvi a história. Tropeçou nos sapatos e bateu com a cabeça uma aresta da parede, onde tem uma porta. 

Ao meu colo acalmou, mas não queria ir ao pai. Tive que o levar ao colo até ao carro, ir de mão dada com ele no carro até casa e levá-lo ao meu colo até casa. Subi os 3 andares de escadas com ele ao colo, com a barriga a doer (depois de um dia de trabalho), mas ele não me queria largar. 
Sentámo-nos no sofá e assim estivemos umas 2 horas. Não deixou fazer gelo, mas pus Arnidol à volta da ferida. Não queria o pai por perto, batia-lhe se ele se sentasse no sofá. Depois foi ficando mais calmo e acabou a dançar e a correr que nem um doido. 

Eu é que fiquei mais para lá do que para cá. Não sei se foi do esforço de andar tanto com ele ao colo, mas devia ter a tensão muito baixa e passei a noite no carrosel...  

segunda-feira, 3 de março de 2014

Insónia

Hoje dormi mal, adormeci tarde, dei 1001 voltas na cama.
Ora calor, ora desconforto, ora falta de sono.

Bom dia e boa semana!