sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Be Happy and...

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

E o Afonso é...

MEXIDO!!! Depois da mamã comer ou quando está nervosa, salta que nem um louco. Adoro! No outro dia fiquei com a barriga toda de lado, devia estar a esticar-se todo. Tão fofinho, o meu menino...

(e a mamã tão babada...)

Hoje estou...

... em estado de Gibóia! Que é como quem diz, estou sem vontade de nada. Vim trabalhar o dia todo, coisa que já não acontecia desde a semana passada, pois estou de baixa. Tive que vir porque tenho que deixar as coisas orientadas, mas já estou arrependida de não ter vindo só um bocadinho, fazia tudo e pirava-me. Agora tenho que aguentar... Tenho algum trabalho para fazer e nada de dores por agora, mas estou carente, solitária e com saudades do meu ninho. O marido está em casa e o meu coração está lá com ele. Estou numa fase muito sensível, a precisar de miminhos.

Em relação à baixa, as dores que tenho tido (costa e barriga, musculares) obrigaram-me a abrandar muito o ritmo frenético que tem sido a minha vida, levando-me a pedir baixa ao meu médico de família, por saber que é a única forma de não me sentir tão culpada por estar a descansar. Ainda não recuperei totalmente do cansaço, mas já estou mais "normal". Como o GO me tinha recomendado repouso moderado para garantir que a placenta subia (havia o risco de vir a ter placenta prévia) e como andava demasiado nervosa e stressada, pensei na saúde do meu bebé e na minha e travei. Não sei até quando vou estar assim a meio gás, mas só volto ao trabalho quando estiver a 100% (de grávida, que são uns 80% de não grávida...). Não quero correr riscos desnecessários.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

It's a BOY!!!

Ao contrário daquilo que o médico disse na última eco, que lhe parecia uma menina, hoje viu CLARAMENTE que é um menino! O nosso Afonso. Ficámos meio abananados, meio perdidos e um pouquinho desiludidos, confesso, não por querermos uma menina, mas por já nos termos habituado à ideia de o ser. Chamámos Matilde à minha barriga muitas vezes, quase tantas quanto as que pedimos desculpa se fosse o Afonso...
Já comprámos um fatinho, umas meinhas e uma camisolinha de menino, umas chupetas e os produtos de higiene com a bolsa azul. Já me apaixonei pelo rosa, agora tenho que me apaixonar pelo azul.
Ele está bem, grande, com uns 20cm, já dá muitos pontapés à mamã e ao papá e nós estamos apaixonados pelo nosso menino :D.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Be Happy and...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Quando olho para a minha barriguinha penso...

Explicação do post anterior

Para que me percebam e para que eu possa deitar cá para fora o que me tem irritado, tirado do sério, deixado de cara ao lado.

Como já aqui tinha dito, a minha cunhada, mulher do irmão do meu marido, está grávida. Está, mas por muita sorte, porque teve uma ameaça de aborto muito séria. Então foi assim...

Descobriram que ela estava grávida, pediram-nos opinião acerca do resultado dos testes de gravidez, porque não acreditavam, eu disse sempre que acreditasse, que estava mais um bebé a caminho.

Não acreditaram, foram ao médico. Ou melhor, à médica que ela já tinha, por obrigação por trabalharem no mesmo sítio e que está a aprender a mexer no ecografo novo que tem há menos de 6 meses... Como era de prever, a senhora não viu nada, primeiro porque tinha pouquíssimo tempo de gestação, segundo porque a senhora é uma naba com o ecografo. Eu avisei que não iam ver nada, não ligaram.

Depois pediram-me opinião acerca do que deviam fazer a seguir. Eu aconselhei a esperarem calmamente mais um bocadinho e alertei-os sempre que deveriam ser seguidos por um GO com mais experiência, para se sentiram 100% confiantes. O que é que eles fizeram? Foram a correr a uma nova consulta com a mesma médica. Resultado? Viram um saquinho muito, muito pequenino, sem possibilidade de confirmar se era uma gravidez com embrião.

No dia a seguir teve uma perda de sangue vermelho. Péssimo sinal numa fase tão precoce da gravidez. Foram ao hospital e a eco revelou que o saquinho era muito pequeno e que estava com os contornos muito irregulares. Grande probabilidade de aborto espontâneo. Pediram-me conselho. Eu aconselhei a irem a uma GO com experiência. Não foram.

Tentaram falar com a médica, colega do mesmo espaço de trabalho, que não lhe quis dar o contacto e que só falou com ela quando lhe deu jeito. Disse-lhe que só a queria ver daí a 2 semanas. WTF? E ela ficava 2 semanas sem saber se ainda tinha bebé ou se já o tinha perdido? Depois de outra perda de sangue e de muita insistência minha, por querer o melhor para eles e saber que o meu GO é muito bom e muito conceituado, lá decidiram ir a ele. Ficaram à espera que eu marcasse a consulta, sem sequer terem dito para eu marcar... Lá falei com o médico, expliquei-lhe a situação e ele prontificou-se a atende-la quando passasse uma semana da eco.

Quando o médico viu a eco do hospital achou que não havia hipotese, mas fez eco e... como que por milagre, estava lá um coraçãozinho a bater. Tem menos umas 2 semanas do que era suposto, mas está tudo a correr normalmente. Ficaram maravilhados com o GO e perceberam que perderam tempo e dinheiro com a outra médica. Eu avisei!

Pediram segredo acerca da gravidez até às 12 semanas. Eu não contei a ninguém, eles contaram a toda a gente... É óbvio que eles é que tinham que contar, mas eu nem contei à minha mãe, que veio a saber por fora. E eu e o meu marido a fazer figura de ursos a esconder o segredo deles.

Quando alguém lhes diz que o irmão vai ser pai, eles dizem logo que eles também, embora tenham apenas 7 semanas de gravidez e tenham tido uma ameaça de aborto. Mas não podem ficar atrás, afinal eles são mais velhos e casaram há mais tempo. O que é que as pessoas iriam pensar deles? Eu sei o que penso.

O meu marido está super desiludido e nem gosta de falar nisso. Estamos as duas grávidas, moramos perto e os pais dos bebés são irmãos, podiamos ser companehiras de barriga. Mas não, ela não quer companheiras, ela quer alguém a quem perguntar as coisas de que tem dúvidas para depois descartar os conselhos. Quer ser a Dona Grávida, que se está a cagar para a gravidez, que só sabe dizer que não tem sintomas (como se isso a transformasse na grávida perfeita), que ainda não ganhou 1 grama e que me atira à cara todas as vezes que falamos "Nunca pensei engravidar à primeira tentativa...".

Mando-a à MERDA ou CAGO nela????

Presentes de Natal

Este ano (de muita contenção) decidimos oferecer presentes às crianças e lembranças aos adultos. Como tal, pensámos na lembrança mais pessoal possível, que todos apreciassem e que tivesse um significado especial neste ano de bebés.
Comprámos umas molduras lindas e colocámos a foto do nosso bebé na última ecografia que fizemos no nosso médico (das do hospital não fiquei com foto). Colámos um bilhetinho "escrito pela Matilde", a puxar à emoção e tcharam... uma lembrança fofinha e especial.
A sogra chorou, o sogro achou muita graça, os cunhados leram o papel e pousaram a moldura... Se calhar ficaram com inveja de não terem tido a mesma ideia. Não me interpretem mal, mas com o que tem acontecido, é só isto que eu espero.
No sábado à noite saberemos a reacção da restante família, que se prevê boa, pois gostam muito destas coisinhas.

Oh oh oh!

Já ofereci 6 presentes e recebi... 0!

Mesmo tendo pedido para ninguém nos oferecer nada e transferir tudo para o bebecas, nada, niente, nepias! Fiquei tristinha, confesso. Não por mim, mas por ver que ninguém se lembrou da minha pequenina, ninguém perdeu um bocadinho a pensar no ser maravilhoso que vem a caminho e que os vai fazer a todos muito felizes. A desculpa foi sempre a mesma "não tive tempo, mas depois compro isto ou aquilo...".
Será que vão ter tempo para dar miminhos, beijinhos, colinho, atenção, estar presentes nas datas importantes e nos momentos marcantes? Espero que sim.
Os cunhados (que vão ser pais) nem ligaram ao presente, por mais pessoal que tenha sido. Só mostram que fizemos bem em não os ter escolhido para padrinhos, que esses estão felizes de o serem e pensam muito na nossa menina.

Enfim, continuo a gostar de oferecer.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Enxoval da Matilde


Está a dar os primeiros passos, mas já conta com este conjunto de passeio (está encomendado), oferta dos padrinhos, pela módica quantia de 249€! Fomos nós que escolhemos, era o mais giro que estava na Pré-Natal, funcional e muito completo. Não sou de grandes mariquices, nem de marcas caras, e este serve na perfeição, é vermelho (cor que não me agrada habitualmente), mas um vermelho vivo, meio alaranjado, com um creme, fica um amor.
A nossa menina já tem onde passear e onde dormir as sestas.
Pode ser que chegue antes do Natal.


Sintomas - quase 17 semanas

O mais "marcante" - Mamas do tamanho de melões! Qualquer dia caio para a frente, só vos digo...

- Barriguinha enorme, mas muito realista para o tempo (no início parecia maior que o tempo que tinha).
- Fome de leoa, era capaz de comer um boi ao jantar. Não estou a brincar! Como, como, como e passado 1 hora ou 2, no máximo, estou esfomeada.
- 4kg a mais desde o início da gravidez, 1kg por mês, nada mal, mas podia ser menos. Enfim, para a semana já vou ouvir o médico... Despida ainda não cheguei aos 60, mas como me peso vestida e calçada no médico, e como ando carregada de roupa, devo chegar a muito mais. Paciência, o que interessa é que o meu bebé cresça bem.
- Dores nas costas e nos músculos da barriga (abdominais inferiores) a toda a hora e sem intervalo. Sei que tenho que descansar mais, porque quando estou deitadinha fico melhor, mas falta o tempo. Não, não são contrações, que já me andei a informar bem como se sentem as marotas e, felizmente, são mesmo só dores e alguma cãimbras muito localizadas, dependendo da posição e por imposição da alteração da postura.
- Movimentos do bebé, diferentes dos que "senti" há umas semanas, localizados mais em baixo e mais parecidos com o movimento dos gases (como é normal). Sinto mais quando estou a descansar, mais encostada, principalmente quando encosto o doppler fetal à barriga. Muitas vezes ouço os movimentos (no doppler) que sinto, confirmando-os.

Ainda aqui estou!

Tenho andado desaparecida, mas não fugi. Vamos lá às actualizações.

O bebé está óptimo, cheio de vida e muito mexido, com uma barriguinha do tamanho da da mamã e lindo(a). Sei isto tudo por ouvir diariamento o coraçãozito acelerado, por sentir os movimentos (diferentes dos que tinha pensado sentir anteriormente, que foram ilusão) quando estou a descansar e por o ter visto duas vezes nas últimas duas semanas.
Porquê? Porque tive que ir ao hospital duas semanas seguidas com uma infecção urinária teimosa que nem uma porta. Na quarta-feira (há duas semanas) comecei com dor na bexiga ao urinar, liguei para o saúde24 e mandaram-me ao médico nas 12 horas seguintes. Lá fui, confirmou-se a infecção, mas o bebé estava óptimo (não parou um segundo, não deixando confirmar o sexo). Comecei a tomar antibiótico, sem penincilina, que sou alérgica, e beber muita águinha (como de costume). Passado uma semana tive que voltar (quarta-feira passada), porque voltei a ter dor, agora também a andar. Continuava com infecção, apesar do antibiótico. Tive que mudar, para um mais forte, com indicação para fazer urocultura esta semana. Vi o bebé, gordinho e lindo, mais calminho, mas sem deixar confirmar o sexo (a mádica também não estava lá para isso...). Mas apanhei um valente susto! A GO que me atendeu na urgência de obstetrícia achou que tinha a placenta muito baixa para 16 semanas e que as dores podiam ser disso, aconselhando repouso, nada de sexo e muita caminha. Fiquei em pânico! Fui logo falar com o meu santo médico, até porque tinha que ir lá para ele me preencher o formulário para o abono pré-natal. Segundo ele, Ginecologista, Obstetra e Ecografista muito conceituado (só para perceberem porque é que confio nele), a placenta ainda está baixa às 16 semanas, subindo depois, não podendo ser considerada baixa, muito menos prévia, tão cedo. E a placenta não provoca dores! Disse-me, no entanto, para descansar para ver se passavam as dores. Tenho consulta dia 28 e aí vai ver como anda a placenta. Disse logo que o pior que podia acontecer era ter que ficar de repouso e fazer cesariana.
Agora estou melhor, chegendo ao final do dia com muitas dores de costas e na barriga (musculares), por não estar sempre confortável. De resto tudo bem.

O marido tirou o gesso, como já tinha contado, e está a ganhar confiança no novo pé (é o que parece). Tem a pele toda a cair, ainda vermelha de 6 semanas escondida com gesso e desinfectante. Já tem o gémeo menos magro e já vai mexendo o pé.

Desculpem o discurso e a ausência. Não me esqueci deste cantinho nem dos que gosto de espreitar, apenas faltou o tempo.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Novidades!

O marido foi à consulta das 6 semanas de pós-operatório e saiu de lá sem gesso! A cicatriz está óptima e bem cicatrizada e, como não tem dores nem outras complicações, não precisa de gesso (ao contrário da previsão inicial de mais 5 semanas de gesso). Agora tem 4 semanas para começar a movimentar ligeiramente o pé, pousá-lo, mas não fazer força nenhuma nele. Depois vem a fisioterapia e a recuperação total. Talvez não vá nem a meio do processo, mas ganhou umas semaninhas na recuperação.
Tem uma perninha de menina, sem músculo nenhum, muito medo de se magoar, mas mais contente. E eu também!

Eu sabia que ele tinha "carne de cão"...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O coração do nosso Amorzinho!

Chegou (finalmente) o Doppler Fetal que encomendei no e-bay. Já sabia que tinha chegado a Lisboa na sexta-feira e que iria ser entregue pelos CTT. Esperava-o hoje e não falhou! Assim que cheguei a casa pus-me de barriguinha ao léu e escutei. Não precisei procurar muito para ouvir o mais doce som, o do coração do nosso amorzinho... Parecia um exército, TUM TUM TUM TUM...
Dá para colocar dois headphones e ouvimos os dois ao mesmo tempo. É maravilhoso!

Aconselho a todas as mamãs e papás. Sentimos mais um bocadinho a presença do nosso bebé. O meu é este aqui em baixo.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O lado positivo

Como sabem, passei por 10 meses de desilusões até conseguir o meu tão desejado positivo, até ter o meu bebé a crescer aqui dentro de mim. Foram meses difíceis, de muito sofrimento, muitas lágrimas, muita confusão, muita atenção aos pormenores.
Hoje completo 15 semanas (IUPI!!!) e vejo as coisas de outra forma. Durante o tempo em que engravidar parecia mais longe que ganhar o Euromilhões, passei por uma experiência muito enriquecedora. Conheci-me como nunca, física e psicologicamente. Passei a tomar atenção a todos os sinais do meu corpo, a todos os sintomas, a todas as dores e desconfortos. Aprendi a ouvir o meu corpo. A dada altura percebi que conhecia mucos (diferentes ao longo do ciclo), dores da ovulação, alterações corporais, tinha um calendário na cabeça, que me ia segredando em que dia do ciclo estava, tinha o corpo a gritar-me que estava no período fértil. Comprei testes de ovulação e utilizei-os apenas para confirmar que estava certa. E estava. Comecei a medir a temperatura basal com um termómetro, mas percebi que não precisava dele para saber como estava a minha temperatura, sentia. Senti o meu bebé à 13 semanas e às 14, muito cedo para uma primeira gravidez, e atribuo isso ao conhecimento e atenção que tenho com o meu corpo.
Conheci, também, os meus limites, até onde consigo ir por um sonho, até onde aguento sem me partir (e parti-me várias vezes), quantas vezes me consigo recompor, como reajo com a dor, com a desilusão, com a incerteza. Nunca duvidei que conseguia, até porque tenho agora 26 anos, mas sofri por não saber quando seria o grande momento. Sofri por acreditar que era cada novo ciclo, por ter esperança. Se soubesse desde o início que iria demorar tanto tempo, estaria relaxada, à espera desse ciclo especial. Mas não, desesperei por ele. Dou tanto valor a esta gravidez e estou tão feliz por me estar e ser dada a benção da maternidade...

Nunca desitam. Uma mãe de coração tem que ser mãe de verdade, tem que entregar todo o amor a um filho. Eu fui e sou mãe de coração e estou pertinho de ser mãe de verdade. E estou feliz!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

E a minha árvore de Natal continua dentro da caixa. Até dia 24 temos tempo (not)!

Tanto trabalho...

Ontem o maridinho veio comigo para o escritório. Resultado: serviços mínimos!
Hoje tenho uma pilha de papelada para pôr em ordem, amanhã tenho outro tanto e mais uma reunião importantíssima. Depois, fim-de-semana prolongado, com direito a festa de Natal do afilhado, visita a uma priminha bebé, comprinhas para a minha Matilde, o máximo de descanso e boa companhia.
Sinto-me um burro com uma cenoura a abanar à frente dos olhos...


Fretes!

Foi isso que eu tive que fazer hoje, um grande frete! O meu cunhado precisava de boleia, pois estuda na mesma cidade em que eu trabalho e a mulher dele iria estar cá e levava-o para casa à tarde. Entrávamos à mesma hora e não me custava nada trazê-lo. Não custava.
Exigiu que viessemos mais cedo, pois duvidava que chegasse a horas às aulas se viessemos à minha hora habitual e não se pudia atrasar um segundo. Para além de ter que fazer um devio enorme, de ter que me levantar mais cedo e não dormir nada com a irritação que tinha e ter levado a noite toda ora a sonhar que tinha que me levantar, ora acordada a pensar que estava quase na hora, ainda tive que vir a alta velocidade e ir levá-lo à escolinha (de mochila à costas) antes de abrir a empresa... Cheguei eu atrasada para o menino chegar a horas! Quem é que não ficava por os cabelos? Eu fiquei. E só me mostrou que estava certa por achar que ele é demasiado egoísta para ser um bom padrinho.

Nota muito importante: ele tem 29 anos e vai ser pai!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Padrinhos da Matilde

Para mim, que sou uma madrinha orgulhosa, os padrinhos são os segundos pais. Nem mais, nem menos. Para isso, têm que conseguir olhar para o afilhado como para um filho. É claro que é diferente, claro que sim, mas esta é a única forma de encarar o papel tão importante que nos é confiado. A minha responsabilidade é para com o meu afilhado, a responsabilidade de criar um elo de ligação especial, diferente do dos pais, é certo, mas mais próximo desse que qualquer outro. Encaro o meu papel de madrinha com muita seriedade e fico muito feliz por saber que o meu afilhado tem uma ligação única com os padrinhos. O meu marido é o melhor padrinho do mundo e eu a melhor madrinha. O que eu quero para o meu bebé? Os melhores do mundo! Nada menos que isso.

Tomámos a decisão final e convidámos os padrinhos esta semana. São a minha irmã do meio e o marido dela, os pais do nosso afilhado.
A madrinha foi de caras. É a minha melhor amiga, tem uma relação óptima e de irmãos com o meu marido e sabe bem o que é ser mãe.
O padrinho foi um caso bicudo. O meu marido tem um irmão (que vai ser pai também) e por quem sentia obrigação de convidar, na minha opinião, pelas razões erradas. Ele não sabe o que é ser pai, não consegue (ainda) pensar nos outros antes de pensar em si e não percebe bem o que significa ser padrinho. O marido da minha irmã é pai, sabe sê-lo e sei que vai defender a afilhada como defende o filho.
Outra coisa que considerámos de maior importância foi o facto de serem um casal. Por experiência própria, é mais fácil ser-se padrinho ou madrinha juntos. É como os pais. Pode se ser bom pai sozinho, mas em casal é mais fácil.

Eles ficaram radiantes ao perceberem que o que nós lhes queríamos pedir, muito chato, que eles estavam à vontade para recusar (nós com cara de aflitos...), era para terem a honra de ser os padrinhos na nossa menina.


Os padrinhos

A Matilde(?) já tem!

Já vos conto como escolhemos e como convidámos.

Está aí alguém???

Por estes lados não há ninguém. Parece que estamos outra vez em Agosto, está tudo de férias. Serviços fechados e com gente a menos, estabelecimentos fechados, telefones por atender, problemas por resolver, dores de cabeça a crescer...
O feriado soube bem, claro, mas hoje está a ser impossível trabalhar. Para a semana vingo-me e faço eu ponte!