quarta-feira, 6 de julho de 2011

Primeiros Socorros

No ano passado tirei um curso de primeiros socorros. Sempre me fez muita impressão pensar que um dia poderia enfrentar uma situação aguda e não saberia como agir. A falta de acção pode provocar a morte em algumas situações do dia-a-dia. Por isso, e porque um blog também serve para informar, a partir de hoje vou dar umas dicas sobre primeiros socorros, coisas simples que podem fazer a diferença. Não contem com um dia certinho para esta rubrica, vai aparecendo quando me der na tola. Não sou enfermeira, nem médica, nem nada que se pareça, mas acho que posso dar uma ajudinha.

Engasgo / Asfixia
Acontece todos os dias à nossa volta, alguém come demasiado depressa, fala depressa ou engasga-se sem motivo aparente.
O que fazer? Tussa!!! O engasgo acontece pela entrada de um "objecto" estranho no canal errado, ou seja, no canal respiratório. Se assim é, tossir é o melhor remédio, porque expele ar do interior através do canal que está entupido, desentopindo-o. Fácil, não?
E se a tosse não for suficiente? Então aí vamos à pancada nas costas (aproveitem para se vingarem da vítima...), entre os omoplatas, ligeiramente mais abaixo, pancada de baixo para cima, de forma seca. Damos uma e vemos se resultou, e assim sucessivamente, quatro vezes.
E se a vítima já estiver azul? Punho fechado (o nosso), a outra mão rodeia o punho, colocam-se as mãos centradas abaixo das costelas, abraçando a vítima, e puxa-se de baixo para cima.
E se a vítima formos nós? Passamos a parte das pancadas nas costas (claro!) e pressionamos as mãos da mesma forma, pudendo fazer o corpo cair sobre um objecto forte (cadeira ou mesa), do modo a executar a mesma manobra.
Entendido? Quando estiverem azuis lembrem-se destes preciosos conselhos.


(imagens da net)

Compras

Hoje comprei esta maravilha, um verniz tão vivo que encandeia (a foto tem má qualidade e não se percebe bem a cor, sorry!!!).



Actuelle 402 Cremoso (1,85€)

Planos

Porque o Verão já vai lançado e eu tive férias há demasiado tempo, estou a planear um fim de semana de campismo. Adoro! Começou por ser a única forma de aproveitar uns dias de praia sem grandes custos, agora é um vício. Só acampo no Verão, que não sou de loucuras, mas sabe-me a tanto. Vamos só os dois.
Sabe bem acordar aos primeiros raios de sol, com boa disposição, ir ao supermecado do parque comprar croissants quentinhos e leitinho fresco, rumar à praia apenas de toalha e malinha quase vazia (sim, que uma mulher tem que levar mala), almoçar peixinho assado com vinho à pressão, dormir a sesta na piscina do parque, à sombra, e voltar para a praia quando o calor diminui. Depois de um belo banho nos chuveiros cheios de gente mas muito asseados, jantar no centro comercial mais próximo e umas comprinhas as fim do dia. Deitar cedo, amar ao ar livre (dentro da tenda, que não somos assim tão descarados) e dormir juntinho do meu amor.
Quando acampo sinto que o mundo pára para que possamos disfrutar daqueles dias. Nada acontece além da calma que nos rodeia. É tão bom...

P.S. - Sou eu que monto e desmonto a tenda, que o marido não tem jeitinho nenhum... 


(Não sei o que este post vai dar...)

Tenho a cabeça cheia de coisinhas, mesmo cheia, e preciso das deitar cá para fora. Para quem tiver paciência, aqui vai.

Há um ano atrás era responsável da equipa de controlo de qualidade de uma empresa, não ganhava mal, mas achava pouco para tudo o que fazia (que hoje vejo que não era assim tanto), mas, principalmente, para tudo o que tinha que suportar diariamente. Era uma empresa familiar, em que toda a família lá estava a mandar em qualquer coisa e as discussões eram frequentes, tanto entre eles, como com os funcionários. Sentia uma pressão imensa, chegava a ainda estar a entrar na empresa e já vinham discutir comigo. Sempre tive a certeza de estar a fazer um bom trabalho, de ser a melhor funcionária que poderiam ter no cargo, mas o reconhecimento dos patrões era ofuscado pela necessidade de descarregar os problemas da empresa nos funcionários. Não era só eu que passava por isto, toda a gente que lá trabalhava sentia o mesmo. Como eu nunca fui de aguentar o que não me faz feliz, no dia 2 de Agosto despedi-me. Depois de uma discussão muito feia, em que o meu profissionalismo foi posto em causa, em que as minhas certezas foram questionadas de forma violenta, em que chegaram todos à conclusão de que eu tinha tido sempre razão, tendo que me pedir desculpa, eu não quis saber de mais nada. Saí de lá sem nada e com uma indemnização para pagar por não avisar com antecedência. Nesse dia respirei de alívio e começaram as novas preocupações. E agora? Sem direitos nenhuns, sem prespectivas de trabalho, sem possibilidade de aguardar. Depois de enviar currículos aos montes, de fazer formações para passar o tempo e ganhar uns trocos, surgiu a oportunidade imperdível de negócio. Era um sonho de nós os quatro, ou melhor, de nós os três, porque o meu marido nunca esteve de acordo. Íamos ter a nossa fábrica, alugada, mas que nos faria ricos em três tempos. Abrimos a empresa, fizemos contratos, iniciámos a actividade. O banco deu crédito e começou o sonho. De início havia dinheiro para tudo, nenhum fornecedor ficava mal, pagava a pronto. As vendas nunca arrancaram. A concorrência é muita, muitas vezes desleal, impossível de combater, porque empresas com anos de mercado não se vencem em 8 meses. Estamos na pior fase do ano, por ser um produto muito sazonal, fase em que já esperávamos estar "à vontade". Não estamos, pelo contrário. Temos prespectivas de um bom cliente que vai entrar, mas que demora mais do que era suposto e que nos está a deixar a negativo. Só eu dependo directamete da empresa, sem ter direito a nado caso corra pelo pior, o que me deixa maluca. Agora só temos que esperar que o cliente chegue para nos tirar do buraco, se isso não acontecer em tempo útil, vamos pertencer à estatistica de empresas que abrem falência. O crédito tem que ser pago e o dinheiro tem que aparecer de algum lado. A atitude mantém-se positiva (dentro do possível e dependendo dos dias) e os braços não se baixam. Entretanto já comecei à procura de emprego, em qualquer coisa, nem que seja em part-time, para não estar tão dependende deste projecto que me deixou pior do que estava há um ano atrás...

Enquanto isto tudo acontece, vou tentando encontrar 1001 formas de não fechar a empresa, mesmo que tenhamos que abandonar a produção, que acarreta demasiados custos fixos.

(Ainda está aí alguém?)

Desculpem qualquer coisinha, prometo que, a partir de hoje, os meus posts vão ser cheios de cor e alegria, cheios de boas ideias e sorrisos.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Acordo assinado com a ex-funcionária que entrou com processo de despedimento ilícito. É verdade que o despedimento foi ilícito, pois ela estava efectiva e não se pode despedir quem assim está. Não interessa que a senhora fosse a pior funcionária que alguma vez vi, que roubou, estragou, ameaçou, mentiu e por aí fora. Não interessa que a senhora tenha chegado a mim 2 meses antes do despedimento, vinda de uma empresa diferente que não quis saber de nada na hora de a pôr a mexer. Não interessa que uma empresa esteja a começar e que não tenha como manter uma funcionária que ganhava mais que todos e fazia menos. O que interessa é que os direitos são muitas vezes negados a muitos que os têm e outras vezes são dados de olhos fechados, apenas com base na lei, abdicando da subjectividade da mesma. Aceitei um acordo, aliás, propus um acordo que foi aceite, porque não quero ter que prolongar um processo que se poderia tornar sem fim e saber que existe uma senhora, muito mal intencionada e com muita coisa má para oferecer de bom grado, que continuava "pendura" em mim, puxando-me para baixo todos os dias. Depois de hoje sou livre desta senhora, ainda que lhe fique a pagar durante um ano...
Mas quando é que começam os saldos dos maravilhosos sites da Zara e afins??? Não tenho nada urgente para comprar, mas tenho falta de um miminho ;-)...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Guilty Pleasure...

Batatas fritas em rodelas muito, muito finas com cebola... HHuuumm, que delícia!
(Se alguém estiver interessado posso dar o segredo)

Solicitam-se...

Ideias geniais para surpreender o marido, baratas, originais (embora não venham da minha cabeça) e espectacularmente inesquecíveis. Tendo em conta que a última que ele me fez foi o pedido de casamento (queda livre com pedido no final...). Não está fácil para o meu lado, mas conto com os meus querido leitores (está aí alguém?). Já vão quase 2 anos que as nossas surpresas se limitam à oferta de presentes.

P.S. - Fazemos 8 anos de namoro no dia 18, por isso tenho muita urgência. Obrigados*

:D

Ontem relembrámos os 8 anos que temos passado juntos e voltámos a apaixonar-nos um pelo outro. Ao fim deste tempo todo continuo a saber porque é que lhe pertenço... É tão bom o Amor!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Guilty Pleasure...

Tomar banho de mangueira no quintal, de roupa interior... Tem sabido tão bem!