quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Uma reunião marcada, alguns contactos feitos com sucesso. 

Hoje o telefone chamou menos e falou mais.

Sábado de compras

No Sábado passado fui abastecer as gavetas do Afonso. Tinha estado a arrumar tudo o que já não lhe servia e deparei-me com três gavetas vazia (com duas ou três peças de Verão)! 
Em pânico, por pensar que a cria não tinha roupa para o tempo que aí vem, fiz uma lista mental e, assim que pude, rumei ao shopping mais próximo. Comprei na H&M (loja de eleição para básicos giros e baratos) e na Zara (coisas um pouquinho mais caras mas mais giras ainda).
A lista foi:

  • 2 pijamas de meia estação
  • 3 sweat-shirts de algodão básicas (duas brancas e uma de riscas)
  • 1 casaquinho
  • 2 sweat-shirts mais quentinhas
  • 2 camisas
  • 1 camisola 
  • 2 calças
Ficou com as gavetas a meio gás, mas com muita roupa cheia de estilo. Quando estiver mais frio logo vamos às compras outra vez, que não sei se vai crescer muito ou pouco e não quero arriscar a ter roupa inutilizada.

Para além do bom gosto da mãe para comprar roupa, o meu filho tem muita pinta e tudo lhe fica mesmo bem... (ui, que gabarolas!)


Vestido igual ao paizinho. Pode ser piroso, mas estavam lindos!


Piiii... piiii...

Ontem passei a tarde a fazer telefonemas. Muitos. Para clientes, fornecedores e potenciais clientes. Consegui falar com... nenhum! É verdade, há dias que o telefone toca horas a fio e ninguém responde do outro lado.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

2 anos

Há 2 anos a minha vida mudou, ou melhor, começou a mudar.
Há 2 anos soube que estava grávida, depois de muitos meses de tentativas falhadas, de muita angustia e muitas lágrimas. 
Há 2 anos estava nervosa, com aquele nervoso miudinho de quem está muito feliz mas não sabe ao certo o que aí vem. 
Há 2 anos fiz dois testes de gravidez na casa dos padrinhos do Afonso, com o meu marido ao meu lado.
Há 2 anos tornei-me mãe.
Há 2 anos que somos três.
Há 2 anos que sou mais feliz. *Happy*!

A minha companhia no meio da papelada


Fui

Corri uns 10/15 minutos, hoje estou toda partida. Dois anos sem sentir o vento a bater na cara, a liberdade do corpo, a vontade de mexer as pernas o mais depressa possível. 

Foi bom.
Estive quase a desistir de sair de casa. Não tinha vontade de correr e a inércia estava a apoderar-se de mim. Saí de casa eram 19.05h, voltei eram 19.40h. Não utilizei a minha hora toda mas deu para perceber que foi uma boa ideia.

Hoje é a vez do marido.
Amanhã sou eu!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Milão em 3 dias

Aceitam-se dicas sobre tudo acerca de Milão.

Temos hotel no centro e avião reservados. Vamos numa 5ª feira à noite e regressamos no Domingo à tarde. 
É só em Dezembro, mas quero fazer um roteiro bem catita e que dê para aproveitar ao máximo.
Somos 6 adultos, um bebé de 18 meses (o meu), uma criança de 5 anos e uma pré-adolescente de 12 anos.

Agradecida!

Uma hora, duas vezes por semana

Foi este o acordo de sanidade mental que eu e o meu marido fizemos. 
Uma hora (das 19 às 20h), duas vezes por semana para cada um. 
Fazemos o que nos der na real gana, nem que seja dormir. O que está de "serviço" não incomoda, cuida do miúdo e aproveita para o mimar e o ter só para si.
Começa hoje e sou eu a arrancar. Estou a contar ir correr (ou tentar, vá). Aproveito para cuidar de mim e espairecer um bocado, sem culpas, porque amanhã tenho o Afonsinho uma hora só para mim

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Às vezes sinto-me estúpida, anulada. A minha vida está preenchida por tão pouco. 
Trabalho das 8.30h às 17h, o que poderia ser um horário excelente, não fosse levar 45min de caminho para o trabalho. Ou seja, levanto-me às 7 da matina, e chego à creche às 18h para apanhar o Afonso, cansada e sem vontade de nada. Entre banhos, mimos, cozinhados, jantares, deitar miúdo, chegam as 23h e estou a dormir...
Ao fim de semana trabalho, pelo menos um dia, durante umas horas. Mas com a viagem para ir e voltar, está meio dia perdido. O resto de tempo é passado sem dar conta, com arrumações, roupas para cuidar, uma casa para organizar.
Passam os dias sem que eu dê por eles. 
Sinto-me preenchida a nível profissional, ao contrário do que sentia quando as coisas estavam na rua da amargura, sinto-me uma sortuda por ter a família que tenho, cheia de amor e uma união à prova de tudo (até de trabalhar com o marido...), mas falta-me a realização pessoal, enquanto mulher, indivíduo.
Não vou ao ginásio, correr ou dançar à frente do espelho há uma centena de anos, não tenho tempo para depilações, manicures, cortes e arranjos de cabelo, compras e passeios. Não me mimo, não tenho tempo sozinha, não ponho cremes no corpo nem sequer na cara, porque não tempo paciência nem grande tempo. 

O facto de deixar o Afonso na creche tantas horas deixa-me com a consciência pesada se trocar o pouco tempo que tenho para estar com ele por tempo para mim. E o marido também precisa de tempo para ele... e não tem.
Estou prestes a fazer mais um aniversário e não o vou comemorar como fazia. Não tenho tempo, nem paciência. 

Não sei se é uma situação temporária ou se me estou a tornar numa mulher que faz tudo menos cuidar de si. Eu não quero isso, mas não sei como mudar. Não tenho tempo.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

HELP ME!!!

Digam-me senhoras, mães, doutoras, hipnotizadoras de bebés, como é que se faz um bebé dormir a noite toda? 
A cria já tem idade para isso e dormia lindamente quando era mais pequenino. 

Digam lá o que é que se pode fazer?

Informações: 
- Adormece sozinho na cama dele; 
- Tem SEMPRE o mesmo horário de dormir, seja semana ou fim de semana (sim, acordo todos os dias às 7 da matina...); 
- É saudável; 
- Leva mil beijos e abraços a toda a hora, por isso não é carência; 
- Mama antes de dormir e quase todas as vezes que acorda...