domingo, 24 de julho de 2011

Amy Winehouse

Por mais que gostasse de me lembrar dela assim




Só me consigo lembrar assim





O que vale é que cantava assim




sexta-feira, 22 de julho de 2011

É Sexta-feira!!!

E eu estou num dia mau. A minha empresa está a ir por água abaixo a velocidade de cruzeiro e o malvado do período está aí a bater à porta outra vez. Ontem tive um dia de pesadelo e hoje está parecido.
Os clientes falham como as notas de 500€ e eu falho com os fornecedores como as notas de 100€. Por mais que me esforce, por mais voltas que dê, sinto-me a enterrar cada vez mais. Tenho que sair, pela sanidade mental que me resta e sem perder mais que aquilo que já foi e está para ir. É muito revoltante e traz um sentimento de fracasso muito grande, mas tem que se saber desistir enquanto é tempo. Há meses que os meus olhos andam molhados diariamente, há meses que não sorriu com o coração, há meses que só tenho vontade de fugir. Está a chegar a hora. Pior é saber que não é fácil qualquer que seja o caminho. Quando se tem uma empresa que emprega pessoas, tem contas pendentes, valores a receber e a pagar, problemas mais que muitos a resolver, não se consegue sair sem trazer um peso atrás. Um peso que encurva as costas e encurta a conta bancária. Estou muito triste, mas sei que vai ser melhor.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Leituras

Ontem comecei a ler, pela 3ª ou 4ª, vez o livro "Queimada viva". Já o tenho há alguns anos e como tinha acabado na noite anterior o que estava a ler e não tinha nunhum novo, fui à estante e este era o que me apetecia. Um relato chocante da vida das mulheres da Cisjordânia, consideradas seres inferiores, mortas à nascença, mutiladas, assassinadas para manter a honra da família. Esta mulher, Souad, viveu o pior e sobreviveu para contar. Diz acreditar que este livro pode salvar outras como ela, eu acredito que todos os dias morrem muitas mulheres pelo mundo vítimas de discriminação por serem apenas isso, mulheres.
Ser mulher é uma benção para nós, ocidentais, de países desenvolvidos, mas é a maior tragédia para muitas famílias de tantos cantos isolados deste mundo.
Por todas as que sobreviveram a uma sociedade profundamente injusta e, principalmente, por todas as que foram sacrificadas por tradições estupidas: VIVA A MULHER!!!


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ah recordação (ao ritmo da lambada)

Hoje passei a tarde a ouvir uma rádio local, pois não havia hipotese de ouvir outra (rádio de 1920 que não muda de estação) e adorei. Fartei-me de cantar e de recordar tantos momentos da minha adolescência e até da infância. Ai, ai... Tudo porque quase só tocaram músicas portuguesas, algumas muito antigas, do velho rock português cheio de grandes sucessos, outras estrangeiras mas do meu tempo. Muitas cantei sem me conseguir lembrar do grupo que as interpretava, outras apenas cantarolei, porque já nem a letra sabia. Soube bem. Sempre tive a vida cheia de música e cada uma é um bocadinho da minha história. E só para quem é do meu tempo (os outros também podem ouvir, vá):



A minha bomba...

...Para os mais curiosos (Dreia :D), em pretinho, lindo, lindo e meu (e do cônjuge, claro).

Ele há com cada uma...

No outro dia, dizia o meu sogro para a minha sogra: "Oh T., és muito boazinha, tens que ser mais como a A. (eu)...".
Depois percebeu o sentido da frase e rimo-nos à brava. Eu sei que o que ele queria dizer era que eu não as guardo para velhas e que levo tudo à frente se me pisarem os calcanhares, sem nunca dar ouvidos a vozes de burro. Sei que os meus sogros gostam de mim e que me ouvem tanto ou mais que aos próprios filhos, porque eu digo a verdade, nua. Às vezes cai mal, mas pelo menos não ficam mal-entendidos e seguimos em frente sem mágoas. É claro que não sou nenhuma metralhadora a disparar para tudo quanto é sítio, mas aprendi a defender-me, sem nunca atacar, mas sem medo de responder. Quem gosta fica, quem não gosta, bon voyage...
Adoro o meu carro, mesmo! Aos pontos de não pensar em ter mais nenhum, por mais caro que seja. Tem todos os extras que preciso e outros que são apenas mariquice, é bonito, elegante, espaçoso, familiar (que fará falta dentro de pouco tempo, espero), uma verdadeira bomba. O meu marido farta-se de falar noutros carros, mas eu dispenso outro. Temos um segundo carro mais velhinho (que é o marido que usa mais) e que serve para pequenas deslocações, como eu ando mais, ando sempre com o maquinão. Quando vejo um igual penso sempre no orgulho que tenho por ter um daqueles. Sempre, até hoje... Cruzei-me com um carro igual ao meu, mas a única coisa que consegui reparar foi na sua condutora. Uma senhora de meia idade que mais parece de terceira idade, com uma bata vestida (pelo menos parecia) e com um cabelo que não lembra a ninguém, daqueles penteados curtos que parecem que o dono não encontrou a escova pela manhã, depois de uma noite muito mal dormida. O carro pareceu-me feinho, muito mais pequeno e fraquito. Ai, que estou tão desiludida... Devia ser proibido vender carros bonitos a pessoas feias, afinal é má publicidade. Hoje não comprava aquele "menino" de certeza. Espero que o desagrado me passe a tempo de ir para casa.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

8 anos de namoro

Têm sido tão bons... Faz hoje 8 anos que apanhei uma piela e pedi o meu marido em namoro. Já andávamos nas "curtes" há umas semanas e ele já me tinha falado dessa possibilidade, mas eu, muito segura de que não queria namorados a sério (nos meus 17 aninhos...) tinha disfarçado. Nessa noite, depois do aniversário de uma amiga e muitos copos no bucho, perguntei-lhe se ainda queria namorar comigo. Ele disse que sim e tornámo-nos namorados. Depois foi a parte de assumir, para podermos andar juntos à vontade, que correu às mil maravilhas, ambas as famílias aplaudiram e renderam-se aos novos membros.
Já ouvi muita gente a dizer que o primeiro beijo é o melhor e eu confirmo. Foi aquele primeiro beijo que me tirou o folego e me fez pensar que, talvez, aquela pessoa tivesse sido feita para mim. Hoje tenho a certeza. Fomos apresentados por um amigo em comum, que apresentou outro casalinho que ainda dura também (coitado e para ele nada...), e encaixámos como nunca pensei encaixar. Somos as duas metades da laranja, como diz a música, até há quem diga que somos parecidos fisicamente.
Passámos os primeiros meses numa paixão assolapada, que nos fez ficar muito magrinhos, mudámos de terra juntos, eu para estudar e ele para trabalhar, voltámos à nossa terra ao fim do ano, continuámos a namorar, passámos por fases menos boas, outras péssimas, sempre juntos. Assim que acabei o curso e comecei a trabalhar fomos morar juntos. Ao fim de um ano e meio casámos e continuamos apaixonados como no primeiro dia.
Mudámos bastante ao longo destes anos todos, eu tornei-me mais calma e ele mais efusivo, afastámo-nos dos amigos que não o eram, criámos laços de amizade inquebráveis, tornámo-nos padrinhos do nosso afilhado, estamos a tentar ter um filho e a passar por uma fase muito complicada a nível profissional. Estamos mais unidos que nunca, com a certeza de que vamos ultrapassar tudo o que vier e que vamos permanecer assim para o resto da vida.
Ontem pussemo-nos a imaginar como seriam as nossas vidas sem aquele primeiro beijo... não consigo. A minha vida só faz sentido com aquele menino ao meu lado, para o bom e para o mau, sem ele só vejo escuridão, infelicidade e vazio.

Para o meu marido/namorado para sempre... Amo-te muito!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Posso-o mandar à m****? Please!

O meu rico cunhado, irmão do meu marido, anda armado em parvo, em parvinho, em criancinha. Faz merda (já não é no título, já posso escrever a palavra) a toda a hora, nem quer saber se o irmão está bem ou não, incentiva-o a fazer coisas e seguir caminhos que são mais proveitosos para ele (cunhado), diz que ele está acima de tudo e depois lixa-o. No fim de tudo, para cúmulo dos cúmulos, liga-lhe a perguntar porque é que o meu marido não lhe pede desculpas!?!?!? WTF??? Casou com uma mulherzinha sem pingo de personalidade (cunhado, claro), que só quer ficar bem perante meio mundo, que não aquece nem arrefece ninguém, e ainda por cima anda a lixar a cabeça ao irmão, por causa dela. O pior é dizer-lhe que, por causa dele (marido), já não é tão bonitinho perante os outros como gostava de ser...
Eu tenho duas irmãs, já discutimos muito, já gritámos umas com as outras por diversas vezes, mas estamos acima de tudo. Elas são as minhas irmãs e ocupam um lugar insubstituível na minha vida e sei que para elas significo o mesmo. Se eu tiver que descabelar alguém para as proteger, nem quero saber de mais nada. Sou uma mana-leoa. Mas também sou uma esposa-leoa e tenho vontade de atacar quem faz mal ao meu marido, nem que seja o irmão dele...

Este post está confuso, estranho e agressivo, mas é assim mesmo que eu estou. Só gostava que ele (cunhado) tivesse tomates para discutir com o irmão ao pé de mim, que eu até o comia!

Desculpem qualquer coisinha, eu não sou assim todos os dias...

terça-feira, 12 de julho de 2011

Gosto!

De ter boas surpresas quando estou completamente descrente. Continuo sem muita confiança, com os dois pés atrás, mas sinto algum (pouco) alívio.