sexta-feira, 7 de março de 2014

Coisas que gosto

De ajudar.

Hoje ajudei uma pessoa que me tem ajudado muito e que não pesca nada de novas tecnologias. Eu ajudei-o a enviar um mail e a explicar-lhe o que queria dizer uma carta das finanças. Não foi nada de especial, mas dá-me mesmo prazer quando ele agradece puder dizer, honestamente, "de nada, quando precisar disponha." Eu sei que ele vai dispor e fico feliz por ajudar.

Eco marcada

Afinal tenho consulta marcada no hospital para dia 26 de Março, em vez de 3 a 10 de Abril, conforme recomendou o GO, pois era o momento certo para fazer a translucência da nuca e o rastreio bioquímico. 

Falei com o médico (que ainda não foi embora para as Áfricas) e disse-me para ir, que o GO que me vai atender (que é o que o fica a substituir) vai ver que não dá para ser naquela data e vai remarcar a consulta. Assim faço 2 ecos em pouco tempo e sem pagar. YEAH! Mas é melhor ir, para não ter problemas para trocar as datas. 

Como é que eu vou passar sem o conselho sábio do meu rico médico?

quinta-feira, 6 de março de 2014

Coisas que gosto

Comer uma laranja sumarenta ao sol.

Como vitamina C e produzo vitamina D.

Férias

Estão marcadas!
De 21 a 28 de Junho estou lá mesmo a sul, numa casinha à beira-mar plantada (quase), de havaiana no pé (também não me deve servir mais nada...), filho e marido de calções, muito cheirinho a protector solar e a sal, calor, gelados, caracóis, boa vida. 
A casa está marcada e 50% paga. E eu comecei a contagem decrescente. 

Este ano não há operação bikini por aqui, mas vamos tentar que o dito cujo ainda sirva nessa altura...

Odisseia de uma grávida que "descobre" algo inesperado...

Ontem foi dia de ir buscar as análises, mas como tenho um amigo que trabalha lá na parte do sangue, no Hospital, pedi-lhe que mas trouxesse. A mulher dele, a minha amiga que é enfermeira parteira, ligou-me a dizer que as tinha na mão. Pedi-lhe que desse uma olhadela. Quando ela me diz "olha, temos o mesmo tipo sanguíneo!" e eu "A+..." e ela "não, 0-".

Toda a vida soube que sou A+. Tenho um cartãozinho de quando nasci com o tipo sanguíneo, pois a minha mãe é 0-. Teve que levar a vacina que minimiza a reacção entres os sangues da mãe e do bebé durante a gravidez e após o parto. Foi assim nas 3 filhas, porque o meu pai é AB+, logo, nada compatível com a minha mãe no que toca a sangue. Somos todas A+. Ou pensávamos que éramos. 

Fui buscar as análises e falei com os meus amigos que me explicaram que havia muita gente mal grupada (grupo sanguíneo), porque antigamente a forma de analisar era diferente e dava muitos erros. 
O problema era só um: eu estou na segunda gravidez e nunca levei a vacina. Comecei a panicar! Não fiquei minimamente preocupada com o facto de o meu pai NUNCA puder ser AB+, pois a minha mãe é 0- e eu 0-. O meu pai teria que ser A ou B, nunca AB. Mas a minha paternidade é mais que certa, que tenho muito do lado do meu pai e nem me chateei com isso. Se o meu estava mal, o dele também poderia estar.

Mas e o bebé?
O meu marido é dador de sangue, por isso tem a grupagem registada em cada dádiva. O meu amigo ligou para o hospital e é 0+. Portanto, o Afonso pode ser + e eu posso estar carregada de anticorpos que vão combater o bebé que cresce dentro de mim. Como o Afonso não teve nenhum problema nem na gravidez, nem no nascimento, com ele não havia problema. Mas e o bebé?
Restava-me fazer uma análise específica que me diria se tinha ou não anticorpos vindos da primeira gravidez. Caso não tivesse podia descansar, caso tivesse teria que ficar alerta, pois todos os problemas que tivesse na gravidez ou no parto (comigo e com o bebé), poderiam vir desta incompatibilidade. Fiz a análise de imediato e passado uma hora recebo um telefonema. 

"Ana, podes descansar, és A+!"
O sangue que foi analisado não era meu, mas tinha o meu nome e foi parar à parte dos transplantes por engano, uma vez que essa análise nem tinha sido pedida. Agora tenho a certeza que sou A+.

Tudo isto durou algumas horas, com direito a muitos nervos, muuuuitas entradas e saídas de casa (com os 3 andares de escadas incluídos), a falar com a minha mãe e deixá-la confusa e com a minha irmã que está grávida e deixá-la preocupada por, também ela, puder ser - e ter a gravidez em risco. De qualquer forma vai fazer a grupagem para confirmar que é +. 

Conselho a todas as grávidas e mulheres que querem engravidar:
Peçam para o médico passar a requisição para esta análise. 
Os médicos raramente pedem a grupagem. É uma questão fundamental na gravidez, muito mais importante que muito factores que são analisados, mas que é descurado, pois assume-se que toda a gente sabe, com certeza, o tipo sanguíneo a que pertence. 

quarta-feira, 5 de março de 2014

Abram alas para o "Na"

Que é como o Afonso chama ao Noddy. 

Ontem, para o animarmos, uma vez que sofreu um bocadinho com a cabeçada monumental que deu na parede, oferecemos-lhe a estação do Noddy, com peças tipo Lego e o Noddy, o Sr. Lei e a Ursa Teresa. 
Adorou a surpresa e não largou mais os bonecos. Foram ao banho, foram para a cama (tive que lhos tirar com ele já a dormir) e hoje foram para a creche. Quando chegou foi mostrá-los à educadora, um a um, cheio de orgulho, depois pegou neles e foi brincar...

8 Semanas

Pelas contas já seriam 9, mas estou apenas de 8 semanas, feitas hoje.

Esta gravidez tem sido um pouco diferente da primeira, principalmente porque tenho tido os sintomas mais intensos. Mais enjoos, mais cansaço, mais tonturas, mas caimbras na barriga (já iniciei o Magnésio). São sintomas repetidos, mas parece-me (que já lá vão 2 anos e a memória também se foi com a gravidez...) que estão mais fortes desta vez.
Tenho uma barriga muito grande para o tempo de gestação, mas acredito que seja mesmo por ser a segunda. Não dá para esconder, a não ser com um casaco de Inverno largo.
Com o calor que se avizinha, sem casacos, acredito que toda a gente vá topar logo a barriga. Queria chegar Às 12 semanas antes que fosse "público", mas vai ser difícil. 

Não contei a mais ninguém, nem aos meus funcionários, que é quem está comigo todos os dias, mas de quem eu escondo a barriga. Ora estou de casacão, ora já tenho a bata vestida com um casaco polar por baixo, para disfarçar a barriga. Só uma das funcionárias me incomoda que saiba, pois já trabalhava comigo na altura da gravidez do Afonso e eu contei-lhe num dia, no dia seguinte já toda a gente sabia, incluindo pessoas que eu não queria mesmo que soubessem. 

O que interessa é que está tudo a correr bem e nós estamos muito felizes. O Afonso faz coceguinhas no mano, festinhas, dá abraços e ri-se para "ele". É tão engraçado...

terça-feira, 4 de março de 2014

Férias

Estão no meu pensamento todo o dia, todos os dias.

Tive uma semana de férias em Junho, esteve frio a maior parte da semana e trabalhei por telefone o tempo todo. Foram umas férias muito fracas e souberam a quase nada.

Desde aí estamos a suspirar por férias, mas falta o mais importante: tempo e dinheiro!

Gostávamos de ir para um destino tropical com tudo incluído, como fizemos outras vezes, mas não temos dinheiro para isso. 

Resta-nos sonhar com uma semana de férias no Algarve, em frente ao mar, sem ter que andar de carro. Comidinha (quase) sempre feita em casa para não gastarmos muito. O dinheiro chega para isso (já não é mau), mas o tempo é difícil de arranjar. 
Somos o motor da empresa (eu e o marido) e não temos ninguém de confiança para nos substituir. A minha irmã e o marido são nossos sócios e foram eles que vieram para cá no ano passado, mas teriam que tirar férias do trabalho deles para nós termos férias e não dominam o negócio, porque nunca estão cá.

Pensei num meio-termo. Eles vinham 3 dias (2ª, 3ª e 4ª), que são os dias mais complicados, trabalhavam no duro, deixavam tudo orientado e voltavam para a vidinha deles. Os nossos funcionários asseguravam o resto da semana. Ainda não fiz a proposta aos sócios e, confesso, estou com medo da reacção deles. 

Nós não somos escravos, mas parecemos condenados a trabalhar sem descanso...
Ontem cheguei à creche e tinha um filho ao colo da educadora a soluçar. Pensei que tinha feito uma birra daquelas e que estava a acalmar-se. Um colega fazia-lhe festinhas e ele soluçava. Quando o vi de frente desfiz-me. Tinha uma ferida na testa, com um galo do tamanho de uma batata. Peguei-o ao colo e dei-lhe a chucha que tinha no bolso. Dei-lhe beijinhos e ouvi a história. Tropeçou nos sapatos e bateu com a cabeça uma aresta da parede, onde tem uma porta. 

Ao meu colo acalmou, mas não queria ir ao pai. Tive que o levar ao colo até ao carro, ir de mão dada com ele no carro até casa e levá-lo ao meu colo até casa. Subi os 3 andares de escadas com ele ao colo, com a barriga a doer (depois de um dia de trabalho), mas ele não me queria largar. 
Sentámo-nos no sofá e assim estivemos umas 2 horas. Não deixou fazer gelo, mas pus Arnidol à volta da ferida. Não queria o pai por perto, batia-lhe se ele se sentasse no sofá. Depois foi ficando mais calmo e acabou a dançar e a correr que nem um doido. 

Eu é que fiquei mais para lá do que para cá. Não sei se foi do esforço de andar tanto com ele ao colo, mas devia ter a tensão muito baixa e passei a noite no carrosel...  

segunda-feira, 3 de março de 2014

Insónia

Hoje dormi mal, adormeci tarde, dei 1001 voltas na cama.
Ora calor, ora desconforto, ora falta de sono.

Bom dia e boa semana!