Já as atingimos! Ainda não respirei de alívio, isso é só depois da consulta de segunda-feira, mas sinto-me mais grávida. Sinto que não tenho vivido esta gravidez como pensava que iria ser, por todo o stress e dores de cabeça que têm sido constantes, mas estou determinada a guardar um tempinho do meu dia só para o meu amorzinho. Começa hoje o nosso momento diário. Sozinhos ou acompanhados pelo papá, vamos conversar, sonhar, fazer planos de futuro e amar muito. Quero ser feliz, mereço ser feliz e tenho obrigação de dar ao meu bebé a calma que me tem faltado. Por mais que sofra com tudo o que tem acontecido na minha vida, tenho dentro de mim a maior benção e vou pensar nela antes de tudo o resto.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Quando apetece desistir
Disse aqui que ia mudar de vida e vou. Mas para mudar não pudemos estalar os dedos e esperar que tudo fique diferente, temos que mudar cada coisinha e é uma luta muito difícil.
Ainda não temos prazos, nem decisões definitivas, mas eu vou mudar a minha vida, dentro ou fora da empresa.
Tenho uns, poucos, cartuxos para queimar que vão ser decisivos, que vão ditar o fim ou a continuação de um projecto. De qualquer forma, eu vou seguir outro rumo, diferente e mais pessoal. Este vai continuar a ser gerido por mim, mas em part-time, se continuar.
Mas hoje estou num dia muito importante e decisivo, um dia muito forte, que me deixa emocionalmente em baixo. Já chorei um bocado, mas ficaram muitas lágrimas presas pela força da vontade. Choro o resto quando cair no colo do meu "aleijadinho".
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Muda de vida se tu não viveres satisfeito
É mesmo isso que eu vou fazer! Estou farta de remar contra a maré, farta de lutar por um barco que não chegou a descolar mas que causou demasiados estragos no porto. Cada dia que passa aumentamos o prejuízo. Temos que saber parar, temos que saber mudar o rumo da nossa força. E é para muito breve. Foi um projecto que deixou mágoa e muito más memórias, mas deixa, também, muitos ensinamentos. Querer nem sempre é poder! Não vou baixar a cabeça nem os braços, não vou ficar a chorar pelo leite derramado, vou seguir a minha vida e entrar em novos projectos, nem que tenha que começar do zero. O meu bebé vai nascer com uma mãe feliz e tranquila profissionalmente, não com uma mãe com stress constante e muitas lágrimas diárias.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Galp, Galp...
Fui a um balcão da Galp pagar uma factura vencida de gás natural da empresa. Segui a morada que me deram pelo telefone e lá fui eu. Depois de mil e uma voltas até encontrar o local, dou de caras com uma loja toda vazia e tapada com plásticos brancos. Liguei para a Galp e eles voltaram-me a ligar, depois de eu já não estar lá, a dizer que a porta estava apenas encostada por causa do ar condicionado!?!?!? Não, não estava. Amanhã vou lá outra vez, pode ser que já tenham voltado a montar a loja e me atendam.
Afinal...
Hoje foi mesmo um dia de merda! Daqueles em que só temos vontade de dar estalos a alguém. E pergunto eu, porque é que te meteste nesta vida de dores de cabeça? Trabalhar para os outros é tão mais descansado. Não ganhas mais, muito pelo contrário, ganhas quando calha e abaixo de todos os portugueses, não estás mais descansada, não te sentes realizada e ainda fazes tudo menos aquilo para que estudaste 4 anos. Valeu a pena? Nada! Mas agora aguenta-te que não dá para sair.
Já fiz muitos kilometros de carro, dentro da cidade, e alguns a pé, dentro de estabelecimentos. Estou, simplesmente, de rastos, cansadinha mesmo. O pior, ter clientes estupidos, mal educados e mal pagadores. Hoje até tive um a querer dar-me baile ao dizer, a olhar para o jornal, "eu logo vou lá falar com a sua patroa...". Ao que eu respondi que era a patroa e o raio do homem perguntou-me se era filha ou mulher do patrão... Não, sou patroa, paga-me a mim e não precisa de ir lá que eu venho cá. Errrr... É preciso uma paciência de santo e uns nervos de aço.
O mais "engraçado" é que cheguei ao escritório e ia para riscar as coisas que já tinha feito da lista diária e... não fiz nenhuma! Que dia tão produtivo.
Vou enterrar a cabeça nos papeis para ver se ainda risco alguma coisinha.
E hoje...
Tenho mais um dia bem cheio, com muita papelada para organizar, encomendas para fazer, encomendas para entregar e uma reunião ou dua pelo meio. Está cinzento, frio e chuvoso, mas nem vou dar por ele (espero eu).
Amanhã começará cedo, mas terminará cedo também, que tenho que levar o marido a cumprir responsabilidades.
O fim-de-semana é muito desejado, com muito trabalho doméstico para fazer (em atraso), cabelo do marido para cortar (sou uma artista com a tesoura...), miminhos para dar e receber e muitas horas para dormir.
Quem me dera que estes dois dias passassem à velocidade a que escrevi isto...
Ontem foi assim...
Ontem fiquei de molho e dormi por 3 dias. Levantei-me às 11 e tal, com o marido deitado ao meu lado, acordadíssimo e a roncar de fome, mas a não querer acordar-me. Levantei-me, espirrei umas mil vezes e assoei-me até parecer que o nariz ia cair. Depois de almoço dormi mais umas horinhas no sofá. À noite, ao contrário do que seria de esperar, estava caída de sono. A contipação/sinusite vingaram-se da minha insistência em querer desprezá-las.
Ainda tive tempo para fazer comida, servir comida, lavar loiça, arrumá-la, lavar e secar roupa, dar banho ao marido, ajudá-lo a fazer a barba (colocar-lhe o material todo à frente com ele sentado no sofá, que o moço não consegue estar de pé), chorei, discuti, ri, namorei e percebi que tenho que dar a volta a esta situação sozinha. Vou ter sempre o apoio do marido, mas é mesmo só o apoio, que ele não consegue fazer nada. Não tenho mais ninguém que me ajude e quem tenho está longe.
Tenho dias em que me sinto mesmo frágil, sem capacidade de ser a super-mulher que me exigem. Todos me dizem "és forte", como quem diz "não contes comigo"... Mesmo as pessoas que eu tinha como as minhas protectoras. É assim, nos maus momentos é que se vêm os "amigos". E eu não os tenho...
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Prendas de Natal
Ontem tive uma ideia brilhante. O Natal aproxima-se e as prendas por obrigação e sem significado também. Este ano vou pedir à família o que quero. Não, não fiquei maluca a pensar que posso escolher o que os outros compram para mim, mas também não vou pedir nada para mim. Vou fazer uma listinha de coisinhas que preciso para o bebé e passá-la à família, tipo lista de casamento. O que escolherem é riscado e passa ao próximo. Assim ninguém falha no presente e são menos uns euritos que gastamos. O marido também alinhou, por isso, este ano não vão haver pantufas, mantinhas, livros, vauchers, nem nada que custa dinheiro e que não tem muita utilidade. Com o dinheiro de umas pantufas podem comprar um conjunto de bodys ou um pacote de fraldas, quem sabe uma banheira, biberons, esterilizador, chuchas, toalhitas, cremes de bebé, mantinhas...
Às vezes tenho ideias mesmo boas. Agora só espero que a malta alinhe...
Subscrever:
Mensagens (Atom)